Crítica || Guardiões da Galáxia vol. 2

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O universo cinematográfico da Marvel, após o lançamento de Os Vingadores, expandiu-se em vários aspectos. O lançamento de séries como Marvel Agent’s os SHIELD, contribuiu para essa expansão do universo cinematográfico, uma vez que algumas cenas ganham conexões (referências) com filmes da empresa de Stan Lee. Após alguns deslizes em Homem de Ferro 3 e Thor: Mundo Sombrio, a franquia lança Guardiões da Galáxia (de 2014) que conquista o público pela sua excelente produção e fidelidade ás HQs. E este ano, quase três anos depois da estréia do primeiro filme, ganhamos um segundo volume.

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Talvez o aspecto mais interessante em Guardiões da Galáxia, seja no primeiro ou no segundo, é a sua trilha sonora incrívelmente nostálgica, composta por nomes como Fleetwood Mac, Sam Cooke, George Harrison, Looking Glass, Cat Stevens. Algumas músicas marcam cenas importantes como as do início do longa , que dão ao espectador um pouco da história da mãe e do pai de Peter Quill. Outras canções acabam tendo uma parcela importante neste longa metragem.

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Diferente do primeiro filme, cujo objetivo era contar a história de cada um dos personagens do grupo, neste longa, temos uma premissa baseada em família, em seu amplo significado.  Neste filme, os Guardiões são contratados por um povo chamado Soberanos, que precisam impedir o roubo de baterias super poderosas. Nesta cena maravilhosa, vemos um fofíssimo baby Groot que dança durante a luta dos amigos. Não tem como não se encantar, ou rir. Legal também, é ver como a dinâmica entre o grupo evolui e como todos se preocupam com o baby Groot.

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Neste filme, ganhamos duas histórias que seguem em caminhos paralelos, mas que se unem de maneira espetacular em seu desfecho. Com participações de astros como Silvester Stalone, Kurt Russel e Sean Gun. Além disso, os efeitos especiais são muito bem produzidos.

Contudo, a relação entre o pai e o filho (Peter Quill e Ego) acaba não sendo muito bem explorada e desenvolvida. As cenas envolvendo os dois, principalmente no planeta de Ego, são repletas de clichês e um tanto quanto exageradas. A mesma coisa acontece com a relação entre Gomora e Nebula, cuja briga entre irmãs evolui para uma situação clichê que remete a criação de Thanos para as duas.  Vale ressaltar que o filme tem CINCO CENAS PÓS CRÉDITOS, então fique na sala e preste atenção! Duas cenas são importantes para o seguimento da franquia e outras três são de puro humor, inclusive com o Stan Lee.

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Formada em gastronomia por uma universidade paulista, especialista em jornalismo cultural e uma artista por natureza. Apaixonada por livros, séries e cinema desde sempre.

Nina Xaubet – que já escreveu publicações em Cinefilando.


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