Crítica || Velozes e Furiosos 8

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Velozes e Furiosos 8 chegou as telas mundias trazendo uma nova aventura de Dominc Toretto e sua “familia” . Esse será o primeiro filme sem Paul Walker , por motivos óbvios, porém o filme não passa de um monte de clichê hollywoodiano. Com roteiro clichê,  personagens sem estrelismos e ótimos efeitos especiais.

Vamos começar pelo o roteiro, a história basicamente é Dom virando-se contra seus amigos para salvar a vida de seu filho – até então bastardo – com Helena (aquela policial “brasileira” que  ele teve um romance no quinto filme da franquia – nesse filme  eles estão no Brasil -). Ele passa ajudar uma terrorista em seus crimes sob ameaça de morte contra seu filho.  Sei que a intenção do filme é puro ENTRETENIMENTO, mas poderia ter feito um roteiro bacana para que os próximos filmes fossem atraentes.

Nesse filme Vin Diesel continua sendo  a estrela principal, mas a falta de um personagem coadjuvante é bem notório . A ausência de Brian (Paul Walker) deixa uma lacuna sem preenchimento. Nenhum outro ator consegue fazer isso, mesmo o personagem Luke Hobbs ( The Rock) tentando ocupar esse espaço. Essa será uma missão a ser cumprida pelos os roteiristas nos próximos filmes.

Entretanto a maior decepção é para a atuação de Charize Theron no papel da vilã Chipher , esperava-se mais dela em uma personagem de destaque, porém ela não fede e nem cheira. Sem expressão facial e gestual a personagem nem torna-se memorável para a saga.

Os efeitos especiais são as melhores cenas de Velozes e Furiosos 8, inclusive as cenas irreais e clichês (já esperado em todos os filmes da franquia). Enfim, não valeu o meu ingresso, acho que vale a pena esperar o filme chegar nas lojas em DVD ou alugar em algum canal de stream.

ARRECADAÇÃO

O filme Velozes e Furiosos 8 é líder de audiência pela terceira semana seguida nos EUA, também já arrecadou mais de 1 milhão de dólares . Aqui no Brasil o filme foi líder de bilheteria nas últimas duas semanas.

FRANQUIA

O canal Nostalgia fez um vídeo (ótimo) explicando a ligação entre os filmes  e como a franquia foi desenvolvendo-se ao decorrer do tempo.

Maria Helena Sobrinha – que já escreveu publicações em Cinefilando.


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