Crítica || Fome de Poder

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The Founder, em tradução livre “O Fundador”, é o título original para o filme Fome de Poder, estrelado por Michael Keaton, John Carrol Lynch e Nick Offerman e conta a história de Raymond “Ray” Kroc, um vendedor de máquinas de milkshake em meados dos anos 50.

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Ray Kroc é um vendedor de máquinas de milkshake que não obtém sucesso com suas vendas, mesmo viajando v[arios kilometros para conseguir encontrar mais clientes. Contudo, os dinner’s – restaurantes tipicamente americanos que serviam comida para as pessoas em seus próprios carros ou no estacionamento – já não obtém mais o mesmo lucro de antes, pois não atingem mais o público ideal e geralmente atraem pessoas erradas. Então, Ray Kroc, vai até a lanchonete que fez um pedido absurdo de 8 máquinas de milshake. Tudo o que Ray vê é inovador. Uma lanchonete em que as pessoas fazem seu pedido e, em menos de 1 minutos, já tem o seu pedido em mãos. E o melhor: hambúrguer com fritas por 15 centavos de dólar.

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Parece um tanto absurdo pensar que “um combo” pode custar 35 centavos de dólar (informação retirada do filme), contudo temos que pensar na valorização do dólar na época. Ainda sim, a lanchonete dos irmãos Dick e Mac McDonald’s faz sucesso e tem todo um esquema próprio de funcionamento, muito diferente do que Ray tinha visto até então. Entretanto, Ray é um vendedor nato e tem uma visão que os irmãos McDonalds não possuem: ele vê a possibilidade de se criar uma franquia.

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O roteiro é bem estruturado e, durante todo o longa, temos a visão de Ray sobre os acontecimentos e somos levados em uma viagem empreendedora que nos leva a torcer pelo sucesso dele.  Não há maiores esforços por parte do público para entender a ordem dos acontecimentos. O longa também não trás maiores surpresas quanto ao desfecho da trama, afinal todos conhecemos a franquia. Contudo, também não oferece ao espectador algum atrativo a mais, que torne a história muito mais interessante, além, é claro, da história por de trás do McDonalds.

Nota: 3/5

Formada em gastronomia por uma universidade paulista, especialista em jornalismo cultural e uma artista por natureza. Apaixonada por livros, séries e cinema desde sempre.

Nina Xaubet – que já escreveu publicações em Cinefilando.


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