Crítica || Sing – Quem canta seus males espantam

Sing - Seus Males espantam/ Divulgação/ Illumination Entertainment
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Sing – Quem canta seus males espantam é mais uma animação com animais, mas essa tem um roteiro que conta a história de Buster Moon, um coala, dono de um teatro que está indo à falência, o espaço é fruto de muito trabalho de seu pai, que era lavador de carros. Entretanto, para evitar que o banco tome seu teatro, Sr. Moon inventa um show de talentos com a premiação de 10 mil, porém ao digitar o valor a sua assistente Dona Quiqui (pra lá de atrapalhada) coloca o valor de 100 mil, só que o único problema é que não existe nenhum valor a ser pago ao vencedor, tudo é inventado para poder arrecadar dinheiro e reerguer o teatro.

O anúncio do show dá certo e no dia da audição são selecionados: uma porca que é dona de casa e  ainda tem que dar conta de seus 30 filhotes e marido, uma elefanta que canta maravilhosamente bem, mas tem medo do palco; um ratinho que canta e tem o talento de tocar saxofone, porém é tão prepotente e ganancioso que isso se sobressai ao seu talento. Uma porca-espinha roqueira decepcionada com o namorado; um porquinho que dança incrivelmente bem, todavia é um péssimo cantor e um gorila que é cantor, mas fica dividido entre seguir os passos do pai (que é assaltante ) ou o seu talento.

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Sing – Seus Males espantam/ Personagens / Divulgação/ Illumination Entertainment

Ao começar os ensaios, o teatro não tem luz e nem água, o que obrigada Sr. Moon a fazer alguns “gatos” (instalação clandestinas), porém isso traz problemas – dos grandes – porque o teatro vai para o chão – literalmente. Após o episódio, Sr. Moon pensa em desistir, mas é motivado pelos concorrentes a tentar fazer o show mesmo sem eles receber a tal quantia prometida e nos escombros do teatro, o final? Aí é só indo no cinema para descobrir.

No filme é possível ouvir músicas que vão desde Frank Sinatra, Katy Perry, Lady Gaga, Eminem, Aerosmith entre outros sucessos da música.

Seguindo a onda de criar animações com animais fazendo coisas do cotidiano e com uma mensagem positiva (não que isso seja ruim, afinal o filme foi feito para crianças, nós adultos que somos os intrusos). Esse em especial, trata-se de sonhos, principalmente de não desistir deles. Isso torna-se importante em uma época que vivemos com a desesperança no próximo e desistimos muito fácil do que acreditamos e sonhamos.

Sing garante boas risadas, principalmente nas audições e ensaios. É um filme família, não se assunte e nem se irrite com a sala de cinema barulhenta e cheia. O filme foi lançado em época de férias, óbvio que é estratégia de marketing, mas também é inteligente, pois muitos pais não conseguem levar seus filhos para este tipo de lazer em período escolar.

 Dublado X Legendado

A versão dublada conta com Fiuk, Wanessa Camargo, Sandy, Marcelo Serrado, Márcio Garcia, Mariana Ximenes entre outros nomes.  A versão em inglês é estrelada por Matthew McConaughey, Reese Whitherpoon, Seth MacFarlane, Scarlett Johansson e  Tori Kelly. A disputa é difícil, mas acredito que animações é ruim assistir legendado, porque perdemos o foco em um trabalho que foi dedicado no mínimo 5 anos para ser feito. Esse não tenho dúvida em comprar ingresso dublado.

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Sing – Seus Males espantam/ Divulgação/ Magazine Entertainment

Maria Helena Sobrinha – que já escreveu publicações em Cinefilando.


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