Cinefilando Crítica: Planeta dos Macacos: A Origem

Planeta dos Macacos: A Origem

Ano: 2011

Gênero: ação

Mídia: cinema

Chegando ao cinema para “enfrentar” o Lanterna Verde, tive que fazer outra escolha, pois a única sala de exibição do filme estava com um show para a noite de terça. Após uma olhada rápida na lista de filmes resolvi assistir ao prequel Planeta dos Macados: A Origem, uma boa escolha.

A série teve inicio em 68 com O Planeta dos Macacos, filme de muito sucesso e ótimas críticas, tendo mais 5 obras: De Volta ao Planeta dos Macacos (70), A Fuga do Planeta dos Macacos (71), A Conquista do Planeta dos Macacos (72), Batalha pelo Planeta dos Macacos (73), Back to the Planet of the Apes (81), este último realizado para a TV. Em 2001 Tim Burton, nos trouxe o péssimo remake Planeta dos Macacos.

Parecia que a franquia estava fadada ao passado, até que o diretor Rupert Wyatt (The Escapist, 2008) junto com os roteiristas Rick Jaffa e Amanda Silver (ambos roteiristas de A Mão que Balança o Berço, 1992) resolveram inovar contando como tudo começou.

O filme narra a história de Will Rodman – o sempre competente James Franco (127 Horas) – um jovem cientista em busca da cura de Alzheimer. Com resultado positivo após testes em macacos, a pesquisa é cancelada depois de um grave acidente, sobrando apenas um macaco vivo.

Se a história simples e objetiva não chega a surpreender (nem comprometer) temos a “mão do diretor” do começo ao fim do filme, dando ritmo linear e crescente do começo ao fim, claro que os efeitos especiais são de tirar o fôlego, porém sabemos que apenas isso não tornaria a obra relevante, vide o remake de 2001.

Possui clichês, sim, mas nada que incomode ou estrague a experiência, um filme que renova a franquia de maneira a despertar interesse em rever as clássicas histórias.

Competente e sincero.

Recomendado.

Nota: 8,3

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